Card 6 de 6 · Estilística
O pleonasmo vicioso, como em 'subir para cima' e 'entrar para dentro', repete desnecessariamente uma ideia já contida no verbo, sendo considerado erro na norma culta padrão — diferente do pleonasmo estilístico, que é recurso proposital de ênfase.
Certo — o pleonasmo vicioso é redundância desnecessária e evitável ('subir para cima'), enquanto o pleonasmo estilístico é recurso deliberado de ênfase, aceito e até valorizado em contextos literários ('Vi com meus próprios olhos').
A distinção entre os dois tipos de pleonasmo é fundamental: o vicioso compromete a economia e a elegância do texto, enquanto o estilístico reforça expressivamente uma ideia, sendo recurso legítimo.
Fundamentação teórica
Língua Portuguesa — pleonasmo vicioso (erro) x pleonasmo estilístico (recurso).
Técnica de memorização
'Subir pra cima' = vicioso, erro; 'vi com meus próprios olhos' = estilístico, recurso de ênfase.
Exemplo prático
'Ganhei de presente' é pleonasmo vicioso, redundante e evitável na escrita formal.
Erros comuns
Classificar todo pleonasmo, sem distinção, como erro gramatical, ignorando seu uso estilístico legítimo.
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